Green
Blue
Red
Bar do Boi Caprichoso Confraternização, a marca da marujada

Bar do Boi Caprichoso

A turma azulada se entrega ao prazer da carne onde todos participam contribuindo com a gula. (Foto: Eduardo Gomes)Manaus (AM) ─ Há 21 anos os integrantes da Marujada de Guerra do Boi Bumbá Caprichoso cumprem um ritual aos sábados da realização do Bar do Boi. É o almoço onde os membros da Marujada, dançarinos, compositores, torcedores se confraternizam com almoço. No cardápio além de carnes, lingüiças, arroz, feijão e outras iguarias, lembranças de fatos pitorescos ligados aos bumbás ou mesmo do cotidiano, novas estórias do qual eles próprios são protagonistas.
Neste sábado (21) o ajuri para o almoço de confraternização não foi diferente.
Integrantes do Movimento Marujada mantém a tradição de almoço nos dias de ensaio em forma de confraternização enquanto preparam a festa do Bar do Boi. (Foto: Eduardo Gomes)Enquanto um grupo preparava o almoço, outros se entregavam na tarefa de distribuir mesas e cadeiras para os camarotes e salas vip, outros organizavam o palco para a estréia do Bar do Boi logo mais à noite, os que são encarregados em receber as bebidas e abastecer os bares, os do grupo de dança do GDM ensaiando coreografias.
A confraternização teve como música de fundo, as toadas do Caprichoso dos anos anteriores e uma em especial: O cd duplo do extinto grupo Sangue Azul, grupo liderado pelo ex-Amo do Boi Caprichoso, Rei Azevedo, gravado na década de 90, com uma compilação de toadas, muitas das quais antológicas. O cd foi lançado em 1996 quando os Bumbás “estouraram” como movimento em Manaus se estendendo por todo o Estado.
Ex-rainha da fazenda do Boi Caprichoso Rosâmes Suely, o pajé Waldir Santana e o colunista social Jander Vieira trocam figurinhas no almoço de confraternização do Marujada. (Foto: Eduardo Gomes)Um dos presentes foi o pajé Waldir Santana chegou ao sambódromo vindo de Parintins por volta das 10 horas. Ele será a atração principal da Noite Xamânica, onde incorporando a figura do pajé, irá trazer bons fluídos para o Bar do Boi de 2009.
Nesses encontros não há distinção de classes ou de profissões. Todos são iguais e a identidade é uma só: ser Caprichoso. É uma cultura que vem desde a Ilha de Tupinambarana, berço e palco do maior festival folclórico da Região Norte.

Você não tem permissão para enviar comentários. Logue-se no site ou crie sua conta para inserir um comentário.

Go to Top